Ashleigh Barty está imparável.

Venceu Angelique Kerber para fazer algo que nunca fez: jogar a final de Wimbledon.

É a primeira vez que a número 1 do munfo joga o encontro mais importante na relva – para isso teve de ultrapassar nas meias-finais a campeã de 2018.

 

Mais do que ir à final, Barty nunca tinha passado dos oitavos-de-final.

Barty tem apenas um único Major na carreira – conquistado em Roland Garros em 2019.

Em menos de uma hora e meia impôs-se em dois sets a Kerber, 28.ª do ranking com os parciais de 6-3 e 7-6 (7-3).

 

 

Final de estreantes

A australiana, primeira cabeça de série, vai enfrentar a checa Karolina Pliskova (13ª do mundo).

Também é uma estreia para Pliskova – nunca jogou uma final em Wimbledon.

Pliskova vai defrontar Barty pela 7ª vez – a australiana lidera o confronto direto por 4-2. O último embate foi este ano, em Estugarda, quando Pliskova serviu para ganhar mas acabou derrotada por 7-5 na terceira partida

E há 5 anos que não disputa uma final de um Grand Slam – perdeu com… Angelique Kerber na final do US Open de 2016.

A checa derrotou a bielorrussa Aryna Sabalenka, número 4 do mundo, em 3 sets: 5-7, 6-4 e 6-4 (em quase 2 horas de confronto).

 

 

A final é no sábado.

 

Djokovic a caminho do sonho

Esta sexta jogam-se as meias-finais masculinas.

E resta pouca gente para se opôr a Djokovic no caminho do sonho dop 20º Grand Slam – e assim igualar Federer e Nadal.

O suíço foi eliminado com estrondo nos quartos-de-final e o espanhol não participou na edição deste ano.

Restam assim 2 adversários ao sérvio: para já é Denis Shapovalov que sobe ao court na meia-final.