Antes de Federer, Nadal e Djokovic havia ténis – e tinha um dono: chamava-se Pete Sampras.

O “Rei do Swing” faz 50 anos e nós não esquecemos.

Em 1961 nasceu em Washington e aos 19 anos mostrava-se em grande no ATP de Filadélfia – em fevereiro de 1990.

Uns meses depois chocava o mundo com a vitória no US Open.

Venceu Ivan Lendl, John McEnroe e na final Andre Agassi – ele que seria o seu grande rival numa trajetória recheada de vitórias e títulos.

 

 

Sampras tornou-se o mais jovem tenista a vener o torneio de nova Iorque – tinha 19 anos e 29 dias.

O recorde ainda lhe pertence: na altura foi um aviso aos outros.

Em 15 anos de carreira conquistou 64 títulos – 14 Grand Slam:

  • 7 em Wimbledon
  • 5 US Open
  • e 2 Australian Open
    11 ATP Masters Series 5 edições do ATP Tour World Championships

 

 

O ponto mais baixo?

2 de agosto de 1992. Foi eliminado no torneio de singles e de pares nos Jogos Olímpicos de Barcelona.

Ele próprio o definiu um dia difícil. “Só o queria esquecer”.

 

 

Mas o episódio mais dramárico apareceu na Austrália.

Em 1995 o seu treinador Tim Gullikson colapsou – e um ano depois acabaria por morrer.

Nesse encontro dos qusrtos-de-final ante Jim Courier e depois de Gullikson ter sido transportado para fora do court, Sampras desatou a chorar.

 

 

Recompôs-se e acabaria por ganhar.

Perderia a final para Agassi e não pôde fazer a homenagem desejada.

 

2000 Odisseia em Wimbledon

Em 2000, Pistol Pete venceu o seu sétimo Wimbledon e igualou a maior marca até aí de Grand Slam (13) que pertencia a Roy Emerson.

 

 

Hoje, Federer, Nadal e Djokovic têm 20 cada um.

A sua última dança deu-se precisamente com Agassi no US Open de 2002.

Venceu o 14º major e fechou em beleza com 286 semanas no número 1. Também ele um recorde.