Hans-Dieter Flick venceu 31 jogos em 34 disputados esta época – desde o início de dezembro que não sabe o que é perder um jogo.

O treinador do Bayern assumiu o cargo interinamente quando Novak foi despedido à 10ª jornada depois da goleada sofrida frente ao Eintracht 5-1.

Flick pegou na equipa no sexto lugar a 4 pontos do líder Borussia Mönchengladbach. No final da época os bávaros festejaram o título no campeonato e na Taça. Falta a Champions.

E pela goleada 8-2 imposta ao Barcelona a coisa parece estar no bolso.

 

 

Müller também esteve nos 7-1

Flick era adjunto de Joachim Löw quado a Alemanha impôs ao Brasil a maior humilhação da história, com uma goleada 7-1 nas meias-finais do Mundial 2014 – em pleno Maracanã.

Nesse jogo também estava Thomas Müller. E Neuer. E Boateng.

Reencontraram-se todos no Bayern. E repetiram o feito, agora no barcelona, nos quartos de final da Liga dos Campeões.

A Alemanha foi campeã mundial no Brasil. O Bayern é o maior favorito a vencer a Champions.

 

 

A culpa é do Vidal

Arturo Vidal disse na véspera do jogo com o Bayern que o Barcelona não tinha medo. “Eles não vão jogar contra uma equipa da Bundesliga. Vão jogar contra a melhor equipa do mundo”.

 

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O chileno devia ter estado calado?

Agora é fácil falar, mas se o médio tivesse olhado para os números do Bayern esta época devia pelo menos ter tido algum cuidado.

Na campanha para nono título na Bundesliga esta época, o Bayern enfiou 3 goleadas:

  • 6-1 ao Mainz na 3ª jornada
  • 6 -1 ao Werder Bremen na 15ª jornada
  • 6-0 ao Hoffenheim na 24ª jornada

E na Liga dos Campeões?

Pergunte-se ao Tottenham e ao Estrela Vermelha: 2-7 em Londres e 0-6 em Belgrado.

O Chelsea também foi corrido da prova com um 7-1 em dois jogos: 0-3 em Stamford Bridge e 4-1 em Munique.

 

E o Barça?

Os catalães não sofriam tamanha humilhação desde 1946, quando foram goleados pelo Sevilha para a Taça do Rei por 8-0.