Estes Jogos são de Ariarne Titmus (e de Ahmed Hafnaoui pronto).

Isso já ninguém tira à australiana: agora resta ver se terá companhia (OK tem o tunisino Hafnaoui).

Titmus conseguiu o que não era pensável: vencer a lenda Katie Ledecky na final dos 400 metros livres.

Sim, Ledecky ficou com a prata e o lugar mais alto do pódio ficou para a australiana.

 

 

O domínio de Katie Ledecky é tão vasto que vai dos 200 metros até aos 1500 metros.

E queria estender os seus longos braços (e pernas) nestes Jogos de Tóquio para entrar na história com 5 ouros – o primeiro já não leva.

Caiu na primeira prova contra Titmus.

Titmus, quatro anos mais nova do que Ledecky, fez jus à alcunha de Diabo da Tasmânia (onde nasceu) e provocou um terramoto

 

 

A australiana já tinha deixado o aviso nos últimos Mundias com uma vitória sobre a americana.

Ariarne Titmus começou a nadar os 200 livres com marcas a roçar o recrode mundial da italiana Federica Pellegrini e os 400 da americana.

O pai cham-lhe Arnie por causa do espírito competitivo a fazer lembrar o ator Arnold Schwarzenegger

 

 

Sim, os Jogos também são de Hafnaoui

Nos homens o improvável também aconteceu: o tunisino 16º do ranking mundial tornou-se campeão olímpico nos 400 metros livres.

Sim, isso mesmo.

Mesmo na pista lateral, reservada aos piores candidatos, Ahmed Hafnaoui foi o homem do momento – o jovem nadador desconhecido que surpreendeu o mundo ao ganhar o ouro (como escreveu a BBC).

Hafnaoui pode ganhar outro ouro com sua participação na prova de estilo livre de 800 metros

 

 

Nos portugueses, Francisco Santos bateu o recorde nacional nos 100 metros costas (54,35 segundos), mas não deu para passar às meias-finais.