Adeus Golden Slam.

Novak Djokovic entrou na meia-final como número 1 do mundo e com os títulos de Paris, Melbourne e Wimbledon no bolso – falta Nova Iorque para fechar o Grand Slam perfeito.

Se vencer nos EUA no final de agosto faz aquilo que apenas Rod Laver fez em 1969 – vencer os 4 majors no mesmo ano.

 

A isso juntaria o ouro de Tóquio e fazia o Golden Slam.

Nada feito.

 

 

O sérvio venceu o primeiro set e parecia ter tudo encaminhado. Mas havia Zverev do outro lado.

O alemão deu a volta – venceu o encontro 1-6, 6-3 e 6-1 e vai discutir o ouro olímpico com o russo Khachanov na final de domingo.

Resta a Djokovic a luta pelo bronze ante o espanhol Pablo Carreño Busta.

Foi apenas a terceira vitória do alemão sobre o sérvio (nos confrontos com Khachanvov está empatado 2-2

 

Djokovic não aguentou mais e rebentou – com ele próprio, a meio do terceiro set.

Foi quando voltou a sofrer novo break do número 5 mundial. O fim estava perto – e a sequência de 22 vitórias seguidas também.

 

Slam it. E tudo Djokovic vai levar (Slam, Grand Slam, Golden Slam?)

 

Dia negro

O dia não acabria aqui para Djokovic.

O sérvio voltaria aos courta umas horas depois para tentar chegar à final de pares mistos, ao lado de Nina Stojanovic.

Mas os sérvios seriam derrotados pelos russos Aslan Karatsev e Elena Vesnina na meia-final com parciais de 7-6 (4) e 7-5.

 

Golden só Graf

Só um tenista conseguiu o Golden Slam: Steffi Graf.

Quando a alemã bateu a argentina Gabriela Sabatini na final dos Jogos Olímpicos de 1988 em Seul estava a fazer história – e uma história difícil de ser repetida.

Graf bateu Sabatini em dois sets 6-3 e 6-3 ganhou o ouro olímpico e juntou-o aos 4 majors conquistados nesse ano.

Graf seria ainda medalha de bronze nos pares com Claudia Kohde-Klisch (seriam derrotadas pela dupla checa Jana Novotna e Helena Sukova.