Esqueçam Manny Pacquiao. O nome mais famoso das Filipinas passou a ser Hidilyn Diaz.

Com 1,58m e pesa 58 kg levantou 5 vezes o seu peso e fez o que ninguém tinha feito nas Filipinas – ser campeã olímpica.

A halterofilista subiu ao lugar mais alto do pódio e arrecadou o ouro.

Antes, só Teofilo Yldefonzo tinha conseguido uma medalha para o país – bronze na natação em 1928 e 1932.

Quinta de seis filhos de Eduardo, um condutor dos famosos rickshaw filipinos, agricultor e pescador, e Emelita Diaz, Hidilyn tentou diversos desportos, como o basquetebol e o voleibol, antes de uma prima a ter desencaminhado para o halterofilismo

Diaz levantou o Japão e as Filipinas num só movimento: venceu na categoria de -55 kg de halterofilismo em Tóquio.

Depois de ter sido segunda classificada nos Jogos do Rio em 2016, Diaz venceu o ouro com dois recordes olímpicos, no arremesso, com 127 quilogramas, e no total, com 224.

A filipina ficou à frente da chinesa Qiuyun Liao e da cazaque Zulfiya Chinshanlo.