Tatjana Schoenmaker já tinha ameaçado o recorde do mundo de Rikke Möller Pederson.

Há dois dias na meia-final a sul-africana ficou a 5 centésimos da marca da dinamarquesa – a nórdica tinha o registo mais rápido nos 200m bruços desde 1 de agosto de 2013.

Mas os 2m19,11s de Pederson iriam ser mesmo quebrados – Schoenmaker pulverizou a marca tirando-lhe 16 centésimos na final.

 

 

A sul-africana venceu e convenceu com 2m18,95s e deitou abaixo o recorde que durava há oito anos.

Schoenmaker já tinha batido o recorde olímpico nas eliminatórias ao nadar em 2m19,16s – agora juntou o ouro à prata nos 100 metros bruços com a melhor marca de sempre na prova.

No final, as duas norte-americanas Lilly King segunda com 2m19,92s e Annie Lazer terceira com 2m20,84s abraçaram a incrédula vencedora.