Claro que o jogo entre os Tampa Bay Buccaneers e Kansas City Chiefs era o prato principal.

Mas depois há tudo à volta da partida. E esse tudo é muito ou não fosse a superfinal da NFL uma coisa loooonga.

Além de que sabemos como tudo acaba: 11 para cada lado e no fim ganha o Tom Brady.

 

Super Brady Bowl

 

Tivemos os Weeknd, Metallica e Green Day.

E novamente Amanda Gorman com mais um deslumbrante poema, desta vez a honrar os trabalhdores da saúde com o “Chorus of the Captains”.

A poeta já tinha estado na inauguração do presidente Joe Biden e da vice presidente Kamala Harris em janeiro com o monumental “The Hill We Climb”.

 

O Super Bowl é bom é no intervalo

 

Voltou outra vez ao palco, depois de Michelle Obama a ter entrevistado na TIME por ter tornado a poesia cool.

Juntou futebol americano e poesia. What else?

 

 

Queremos os anúncios

Para tornar isto um cocktail de emoções fortes temos sempre os anúncios (os mais caros do ano na televisão americana) do Super Bowl. E nem a pandemia fez baixar muito os preços.

A CBS cobrou 5,5 milhões de dólares por um anúncio de 30 segundos, um pouco menos do cobrado o ano passado mas mesmo assim…

Algumas marcas habituais, como a Budweiser, decidiram não publicitar este ano e entregraram o dinheiro a instituições de combate à covid.

 

Cindy a sacar uma Pepsi

Tudo começou (para nós) em 1992 com o anúncio da Pepsi. E nunca mais perdemos um intervalo.

Aqui estão os melhores anúncios da noite deste último Super Bowl:

 

Wayne’s World juntam-se para o “The Big Bowl”

 

Tide

 

Doritos

 

Cadillac

 

T-Mobile

 

Jeep

 

DoorDash

 

State Farm

 

General Motors

 

State Farm

 

Toyota

 

Huggies