O Sporting bateu o Porto – o quer faz com que os portistas falhem a Taça da Liga pela 14ª época – no primeiro jogo da Final Four e é o primeiro finalista. Falta saber o adversário.

 

A equipa de Amorim está à espera do vencedor do jogo desta quinta-feira entre o Braga e o Benfica. Uma reedição da jornada 7, na qual Carvalhal saiu vitorioso da Luz.

 

O que se vai passar?

A incerteza quanto à utilização de Paulinho causa dúvidas sobre potencial ofensivo do Braga, que com o seu ponta de lança principal, rodeado por Iuri e Horta, ganha um poderio impressionante no jogo entre linhas e de ataque ao espaço nas costas das defensivas adversárias.

 

SC Braga vs SL Benfica

Taticamente, o Braga de Carvalhal tem rotas ofensivos bem delineadas e qualidade logo na saída conferida por Castro e Al Musrati para chegar a zonas altas.

Do outro lado, o tempo de preparação do Benfica não dará para um plano estratégico tão acentuado quanto o que se fez notar no Dragão.

Contudo, o crescimento da dupla Otamendi e Vertonghen é evidente e o Benfica parte hoje com um conforto na hora de defender bem diferente do experimentando durante longos períodos na época.

Em Leiria surgirá um Braga baixo no relvado, tal como no Estádio da Luz, que retirando espaços retirará também possibilidades de ganhar vantagem ao poderoso Darwin.

Embora o Benfica possa assumir natural favoritismo, a matriz tática do jogo que obrigará encarnados a construir com pouco espaço e possibilitará a Iuri e Ricardo Horta possibilidades para acelerar em espaços mais largos bem poderá marcar a história de um jogo grande, que recorde-se teve como vencedor o Braga de Carvalhal no primeiro confronto da época entre rivais. Precisamente, no Estádio da Luz.

4x4x2 vs 3x4x3

Não mudarão taticamente.

O Benfica manterá dois homens na frente – Seferovic deverá manter-se ao lado de Darwin, enquanto Everton deverá recuperar lugar na ala do sector médio, enquanto no lado bracarense, o lateral esquerdo Sequeira não subirá e integrará a linha de 3 mais recuada, ficando o sector médio para Al Musrati e Castro por dentro, e investidas de Iuri e Esgaio pelos corredores laterais na procura do trio Paulinho – Horta – Fransergio em zonas altas.