Só foram concluídas 7 das 12 etapas previstas na fase de qualificação.

Daí saíram os 5 primeiros que disputaram o título na Califórnia num sistema de eliminatórias.

Como Medina tinha o melhor desempenho — com ampla vantagem – começou a disputa logo na final: à espera de adversário.

 

 

Final com Toledo (e tubarão)

Filipe Toledo bateu Italo Ferreira e ganhou lugar na final com Gabriel Medina, no formato melhor de três baterias.

No meio da segunda bateria, quando Medina já vencia 1-0, a disputa foi suspensa devido à aparição de um tubarão de cerca de 1,80 m.

 

 

Soou a sirene de alarme e os surfistas foram colocados nos jet-skis (procedimento padrão nestes casos). Minutos depois, a final foi retomada.

 

Uma cambalhota no ar para a vitória

Nma disputa de altíssimo nível, Medina usou a estratégia de apostar na onda seguinte à escolhida pelo adversário e ainda conseguiu completar um backflip (uma cambalhota de costas no ar) numa das suas ondas.

 

 

Saiu da água com duas vitórias seguidas (por 16,30 a 15,70 e 17,53 a 16,36) e com o tricampeonato mundial no bolso.

Após a conquista, Medina comemorou e ainda lembrou o compatriota que ficou em segundo lugar.

«respeito muito esses caras. As pessoas pensam que somos rivais, somos só dentro da água, mas respeito todos no tour. Foi isso que aprendi no tour, respeitar e dar amor. Foi um ano muito intenso» Medina

 

Ataque a Slater?

O paulista de 27 anos conquistou o título em Lower Trestles, na Califórnia.

Soma agora 3 títulos, juntando os de 2014 e 2018 – com isso entrou num restrito grupo de tricampeões e fica atrás apenas da lenda norte-americana Kelly Slater (11 títulos) e do australiano Mark Richards, pentacampeão.