Chegados a segunda e o que aconteceu? Tudo.

Estamos a falar de uma ressureição (Ronaldo), de um golo lindo que não serviu para nada (Lamela até acabou expulso) e da qualificação histórica do andebol.

É tão histórica que parecia impossível.

A seleção portuguesa “só” tinha de ganhar à França.

E foi o que fez. De forma épica.

 

 

Ninguém esperava. Portugal bateu a França 29-28 e conseguiu uma inédita participação nos Jogos Olímpicos – o golo que valeu a vitória apareceu a menos de 10 segundos do fim.

Depois das participações históricas no último Europeu e Mundial, a equipa de Paulo Jorge Pereira volta a chegar onde nenhuma outra seleção portuguesa tinha chegado.

 

 

 

A CReição

Depois da eliminação da Juventus da Liga dos Campẽoes frente a um super-Porto as crítcas desabaram em Cristiano Ronaldo.

Ou melhor, o acumular de alguns dissabores num mar de glória começaram a vir ao de cima.

E o fim aproximou Ronaldo e Messi.

Ou como escreveu Bruno Vieira Amaral no Expresso, os funerais do português e do argentino foram exagerados.

As saídas sem glória do Mundial da Rússia, a Bola de Ouro para Modric, o 8-2 do Bayern ao Barcelona, a poderosa Juventus a cair aos pés de Ajax, Lyon e Porto, o surgimento de Mbappé, Haaland e até o surto goleador de Lewandowski: os funerais futebolísticos da era Messi-Ronaldo já foram anunciados tantas vezes que até duvidamos da realidade física das suas presenças em campo. Não serão fantasmas de um século esquecido? Bruno Veiria Amaral

E como respondeu o português?

Com um hat-trick. Perfeito: cabeça, pé direito e pé esquerdo.

 

 

Ultrapassou oficialmente Pelé e este foi Às redes sociais parabenizar (é um verbo no Brasil).

 

 

E a malta em Turim sossegou.

Falem agora (diz a Bola):

«O passado pertence aos museus (e quem melhor do que eu para dizê-lo), mas o futebol tem memória e eu também» Ronaldo

 

Mourinho perde dérbi mas ganha uma letra

O dérbi do norte de Londres é algo que ninguém quer perder. Aesenal e Tottenham não se gramam muito e a coisa fica feias às vezes.

Só que estão os dois tão lá para baixo que pouca gente liga àquilo.

A não ser que aconteça algo espectacular. E foi o que aconteceu.

O golo de Lamela, de letra, é tão fora que apesar da derrota é aquilo que todos falam.