Já todos sabemos: não há pai para o Man United – ou melhor, há e chama-se Alex Ferguson.

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No ano em que a Premier League faz 30 anos é o escocês que aparece em destaque: 13 títulos, seguido de longe pelo Chelsea e Man City (5 cada um).

Mas também houve espaço para fenómenos tão incríveis como Blackburn e o Leicester, com tantos títulos como o… Liverpool: um cada um.

É obra.

  • Man United 13
  • Chelsea 5
  • Man City 5
  • Arsenal 3
  • Blackburn 1
  • Leicester 1
  • Liverpool 1

 

O primeiro de mais de 30 mil golos

O primeiro golo da prova foi marcado por Brian Deane, do Sheffield United, no dia 15 de agosto de 1992 – contra o Man United.

Foi o início de milhares de golos na Premier League: mais de 30 mil – esse número redondo foi apontado recentemente por Chris Wood do Burnley, a 29 de agosto de 2021.

 

Jogadores com mais jogos

Não é só Brian Dean que entra nos quizes de futebol inglês.

Sabe quem foi o jogador com mais jogos? Nem Giggs, Lampard ou Jamie Carragher: chama-se Gareth Barry e representou o Everton mais de 650 vezes.

  • Gareth Barry – 653
  • Ryan Giggs – 609
  • Frank Lampard – 609
  • David James – 572
  • James Milner – 565
  • Gary Speed – 535
  • Emile Heskey – 516
  • Mark Schwarzer – 514
  • Jamie Carragher – 508
  • Phil Neville – 505

 

Atual campeão fora do top-5 

No ranking com mais pontos, o atual campeão Man City fica fora não só do pódio como do top-5.

Mais: os azuis de Manchester nem sequer participaram nas 30 edições da Premier League – falharam 5 participações.

Mesmo assim, Guardiola, com 4 troféus em 5 anos recuperou terreno: soma 1629 pontos (em 962 jogos).

  • Man United
    2366 pontos (1152 jogos)
    30 épocas
    +1119 golos
  • Arsenal
    2141 pontos (1152 jogos)
    30 épocas
    +869 golos
  • Chelsea
    2138 (1152 jogos)
    30 épocas
    +848 golos
  • Liverpool
    2109 pontos (1152 jogos)
    30 épocas
    +874 golos
  • Tottenham
    1787 pontos (1152 jogos)
    30 épocas
    +307 golos

 

Uma rica Liga

A Premier League começou por ser uma prova fechada e com poucos estrangeiros.

A liga precisava de importar qualidade. Das centenas de estrangeiros que chegaram em 1992, três foram os que mais fizeram para transformar o jogo inglês: Eric Cantona, Arsène Wenger e Roman Abramovich.

Depois do desastre de Hillsborough o governo britânico tinha ordenado aos clubes que renovassem os seus estádios desmoronados e os tornassem todos com lugares sentados.

Era uma ideia de negócio óbvia, mas os clubes de futebol sempre lhe resistiram. Uma vez obrigados a modernizar os seus terrenos (e infra-estruturas) pimba: vieram mais adeptos, incluindo até algumas mulheres e famílias.

Os primeiros avanços da Premier League foram em parte acidentais, empurrados para o jogo para acasos estranhos: uma nova emissora por satélite, a Sky Sports de Rupert Murdoch ultrapassou a ITV comprando os direitos televisivos da liga por 60,8 milhões de libras por época – uma bonança pouco credível na altura.

Agora vale perto de 40 mil milhões por época.