O Milan saiu de Vila do Conde e ainda não sabe o que lhe aconteceu (nem a tragédia que lhe podia ter acontecido).

O Rio Ave começou a perder 0-1, empatou e levou o jogo para prolongamento. Deu a volta 2-1 e depois apareceu a maior aberração do Estádio dos Arcos: a mão de Toni Borevkovic.

Porquê Toni? Estávamos no minuto 120 e a vitória sobre o Milan estava no papo, não era necessária aquela mão dentro da área.

 

 

O 2-2 levou tudo para os penáltis. E aqui houve (mais) história.

O Rio Ave teve outra vez o jogo na mão – por 4 vezes podia ter passado à fase de grupos da Liga Europa, e por 4 vezes desperdiçou essa oportunidade.

  • Nélson Monte atirou o 16º penálti caprichosamente aos 2 postes e a bola passou toda a linha de golo sem entrar
  • depois ao 20º, no duelo de guarda-redes, Kieszek falhou depois de Donnarumma ter falhado antes (ambos muito por alto)
  • e por último, Geraldes no 22º penálti atirou ao poste desperdiça o último match-point

Depois disso, Simon Kjaer marcou para o Milan e Aderllan Santos permitiu a defesa de Donnarumma.

 

 

Pelo meio tivemos o melhor panenka dos últimos anos: obra de Filipe Augusto.

Por tudo, obrigado rapazes.