O Benfica joga esta terça na Ucrânia o primeiro jogo do grupo da morte: há ainda contas a ajustar com Barcelona e Bayern.

Com o Kiev o que podemos esperar?

Segurança e Transição.

O Benfica de Jorge Jesus desloca-se a Kiev e parece garantida a manutenção do sistema com três centrais, partindo a equipa da Luz da sua base em Organização num 5x4x1.

Para acelerar explorando a definição de Everton, a velocidade de Darwin partindo da posição de Avançado Esquerdo, e a qualidade de finalização de Yaremchuk.

Contra um Dínamo organizado em 4x4x2, que contará com Shaparenko, o camisola 10, internacional pelo seu país é o barómetro de todas as saídas para o ataque dos ucranianos.

Um jogador de grande preponderância ofensiva e defensiva, que urgirá neutralizar para que se possa estancar as chegadas do Dínamo.

Em Kiev, pela matriz tática da partida – Organização Defensiva forte do Benfica – e pelo crescimento das individualidades encarnadas, a equipa de Jesus terá a possibilidade de sendo eficaz em zona de finalização, arrancar bem na Liga Milionária.