Chegou a Final Four da Liga das Nações – e a procura do sucessor de Portugal.

 

Com ela a repetição da meia-final do Mundial: Itália-Espanha.

E novamente com protagonistas e modelos parecidos.

 

Saiam da frente do Guedes (Portugal vence primeira edição da Liga das Nações)

 

Mancini vs Luis Enrique

Mais um confronto Mancini vs Luis Enrique – entre 4x3x3 mas com nuances diferentes.

Jorginho e Verratti alternando os movimentos para vir pedir no pé entrando em construção, enquanto Barella assume chegada aos diferentes sectores, seja ligando em condução, seja aparecendo desde trás nas zonas adiantadas.

 

Itália bateu o recorde mundial de invecibilidade (estas são as 9 seleções mais imbatíveis)

 

Formam um meio-campo de complementaridade capaz de defender e atacar com igual competência, preparado para enfrentar a inteligência posicional de Busquets e a eficiência das acções técnico-táticas de Merino e Koke.

São estes os médios que devem suportar a capacidade criativa de Ferran Torres e Sarabia, que surgem pelas alas espanholas para desbloquear as sempre robustas linhas defensivas italianas.

Um jogo imperdível pela qualidade suprema dos executantes e ainda mais pela primazia por um jogo veloz de posse, e de incerteza na criação.

 

A Final Four está completa

 

 

Destaques

CHIESA

Veloz, vertical, finalizador. O bom jogo italiano tem no extremo da Juventus o homem que foge ao perfil comum da sua selecção. Da pausa e discernimento do coletivo italiano surge sempre o momento de acelerar em direção às balizas adversárias, e Chiesa é o jogador em foco, que traz capacidade para partir o jogo e defini-lo com golos e assistências.

 

FERRÁN TORRES

É avançado centro no City, deverá surgir partindo da Ala na selecção. Qualidade Técnica e velocidade de execução suprema, Ferrán é um criador entre linhas, capaz de nos espaços curtos descobrir orientação e sentido para o último passe. Da sua criatividade a Espanha encontra forma de alimentar a zona de finalização.