Estávamos em setembro e o Rio Ave espantava a Europa (e o mundo).

Acabava de eliminar na 3ª pré-eliminatória da Liga Europa o Besiktas (que viria ser o campeão turco esta eṕoca).

Não contente com o feito e no playoff de acesso à fase de grupos teve 3 match points nos pés para poder eliminar o Milan.

 

 

Mas na série de 24 penáltis não foi capaz de matar o monstro.

O Estádio dos Arcos quase vinha abaixo. Eliminado mas de pé.

 

Porquê Toni? A mão mais absurda da história do Rio Ave

 

13 anos por água abaixo

Depois disso o percurso do Rio Ave foi sempre a descer.

13 anos seguidos na I Liga – mais 3 presenças na Liga Europa (e dois recordes de pontos batidios) – foram por água abixo.

Agora a realidade é outra: mais dura – o Rio Ave está na 2ª divisão.

 

 

Arouca fez o inverso

No lado do Arouca a história foi ao contrário.

A equipa de Armando Evangelista não venceu as primeiras 4 jornadas e tudo previa que os arouquenses iam passar mais um ano no segundo escalão.

Para agravar a coisa, apenas 2 vitórias em 8 jornadas no virar do ano tornaram o cenário mais negro.

Foram as 11 vitórias seguidas finais – 9 nas últimas 9 jornadas do campeonato e 2 no playoff com o Rio Ave – que ditaram um final em grande para o Arouca.

À 25ª jornada o Arouca era 6º a 8 pontos do 3º, a Académica – o Feirense era 2º classificado.

À 34ª e última ronda o Arouca era 3º com mais 3 pontos que os academistas – o Feirense acabou em 5º, a 7 pontos do Arouca.

Et voilá!