A festa foi na Luz.

O Bayern levou o tradicional Oktoberfest de Munique, criado pelo rei bávaro Luís I (para celebrar o seu casamento em 1810), para Lisboa.

E foi um festim: 0-4 nos últimos 20 minutos para arrumar a questão.

 

 

8-22 em remates

O Bayern só marcou o primeiro golo aos 70, mas nuca deixou de rondar a baliza de Vlachodimos – o grego fez 8 defesas (contra apenas duas de Neuer).

O VAR anulou ainda dois golos aos bávaros (uma mão de Lewandowski e um por fora-de-jogo de Coman).

O poste negou outro golo à equipa de Nagelsmann (ausente do banco do Bayern por ter contraído covid).

O adjunto Dino Toppmöller fez as vezes do técnico alemão de 35 anos – e seguiu à risca as ideias do treinador.

 

 

Tradição mantida: 8 vitórias em 11 jogos

Além do tradicional Oktoberfest, outra tradição foi mantida: o Bayern ganhar ao Benfica.

Em 11 jogos contra os lisboetas, os bávaros venceram 8.

Foi a terceira vitória em 3 jogos na fase de grupos – o campeão alemão venceu todas as equipas que defrontou nesta edição da Champions.

 

Olha que três: Sané, Coman e Gnabry 

Coman começou por destruir a ala esquerda: obrigou à substituição de André Almeida e não teve pena de Diogo Gonçalves.

O francês de 25 anos continuou a romper pelo seu corredor para servir Müller, Lewandowski e até Sané. Em dois desses lances o Benfica seria salvo pelo VAR.

 

Ronaldo salva Solskjær ao cair do pano (Bayern e Chelsea goleiam)

 

Gnabry entrou na segunda parte para se juntar à festa.

Primeiro foi Cebolinha a errar na baliza, depois Lewandowski que não pode ir a lado nenhuma sem deixar a sua marca – e no fim Sané quis marcar outra vez.