O Estádio da Luz receberá aquela que é provavelmente a melhor equipa do futebol mundial nos últimos anos.

 

A capacidade de alimentar os homens da frente de Kimmich e Goretzka, e a forma como definem e à velocidade a que o fazem Müller, Sané, Gnabry, que estarão à solta nas costas de Lewandowski torna o Bayern uma ameaça profunda.

Um Benfica que mesmo organizado no seu tradicional 5x4x1 em linhas baixas na organização defensiva terá poucos argumentos para suster tamanhas investidas ofensivas bávaras.

 

Contra-ataque do Benfica

Perceber o copo meio cheio passará por imaginar que na recepção ao Bayern o Benfica terá como forma de atacar o método onde se mostra mais capaz.

Sair em Transição Ofensiva procurando contra-atacar.

Rafa Silva, Darwin e Yaremchuk com espaços largos serão também eles ameaça à solidez defensiva do Bayern.

 

A difícil primeira pressão do Bayern

A dificuldade maior estará em conseguir saltar primeira pressão da equipa de Nageslmann para que o seu trio ofensivo tenha bola para poder jogar.

O poderio do Bayern em ataque posicional, pela forma como resolve os lances desde a construção até às zonas de criação, pela forma como acelera mesmo quando o espaço parece não existir, tornará o jogo na Luz de sentido único, exigindo concentração total a cada instante para poder mater a baliza encarnada longe do perigo dos “extra terrestres” alemães.

 

A sapatada de Griezmann e o panenka perfeito de Messi

 

A nova realidade de Weigl e João Mário

Weigl e João Mário, que tão bem conta de si dão na realidade nacional deparar-se-ão com a pressão e chegada de Goretzka e Kimmich, que trazem para a Luz a competência sem bola que têm com bola, e terão um jogo de maior dificuldade na ligação com os homens da frente, coarctando mais possibilidades de poder o Benfica contra atacar.

Um jogo que promete ficar vincado pela supremacia bávara, mas que vale a pena sonhar pelas acelerações de Darwin e Rafa.