Ninguém andava muito contente com esta nova aposta da UEFA até Portugal vencer a Liga das Nações, depois de bater a Holanda por 1-0 o ano passado. Mas como é que tudo isto funciona? A UEFA explica: basicamente há 55 equipas europeias (vá, federações) divididas em quatro ligas “de acordo com as respectivas posições no ranking”, como se lê no site oficial daquela organização.

O sorteio aconteceu em março deste ano em Amsterdão (ainda que as equipas já tivessem estabelecidas porque houve um determinado ajuste à competição, reduzindo ainda mais “os jogos amigáveis”) – ou seja, vamos passar de 138 jogos para 162.

Em relação à Liga em que a nossa seleção está (liga A), mantém-se tudo igual: os 4 vencedores de cada grupo defrontam-se para descobrirmos quem leva o caneco para casa – e que vai acontecer em junho de 2021, se o mundo não acabar entretanto. Ou para o seu país, neste caso. Se está farto de ler sobre regras, pode sempre descarregar a app da competição – e não, não é stayaway, é mesmo para se sentir mais próximo disto tudo (o que quer que isso seja).

Portugal vai defrontar a França (campeã mundial), a Suécia e a Croácia (vice-campeã mundial). Certo. Fácil. Mas é só isto que interessa? Não. É necessário falar dos novos equipamentos da seleção das quinas.

Bem sabemos que somos campeões da Liga das Nações, mas era preciso aquilo? Precisamos de ter jogadores em campo que parecem códigos de barra coloridos? Não. É esperar que nomes como Rúben Neves, Bernardo Silva, Trincão ou Domingos Duarte mostrem que as aparências valem menos que o talento nos pés.

 

 

Mas só se fala das nossas quinas? Não, Calma. Há uma Holanda e uma Itália que voltam a estar no mesmo grupo de uma grande competição, há uma Inglaterra e uma Bélgica – mais uma Dinamarca e os saudosos islandeses, com os seus cânticos inesquecíveis – e uma Espanha e uma Alemanha. E uma catrefada de jogos até novembro. Há, portanto, muito futebol por aí, caro leitor.