Primeiro foi a Espanha de Aragonés a espantar todos os males e a abrir uma Pandora de títulos depois de um hiato de quase meio século (dois Europeus entre 1964 e 2008).

Depois foi Del Bosque a pegar nesse trabalho e acrescentar ao belo futebol mais dois títulos (Mundial 2010 e Europeu 2012).

A partir daqui foi o descalabro:

  • eliminados na primeira fase no Mundial do Brasil (2014)
  • eliminados nos oitavos de final no Euro da França (2016)
  • eliminados no Campeonato do Mundo da Rússia (2018), este último com a saída intempestiva do treinador em vésperas do Mundial começar – Lopetegui zarpou para o Real Madrid e deixou o bebé nos braços do inexperiente Hierro

Chegou Luis Enrique no pós trauma e a coisa normalizou.

 

 

Voltou tudo “àquela” Espanha. A jogar bem, trocar a bola e a marcar muitos golos.

Azar da Croácia, vice campeã mundial há dois meses, que se apresentou na sua estreia da Liga das Nações com a equipa na máxima força – tal como fez com Portugal no particular no Algarve e saiu com um empate 1-1 (com Vrsaljko, Vida, Modric, Rakitic, Kovacevic e Perisic).

 

https://twitter.com/BleacherReport/status/1039614944793255937

 

Agora apanhou 6 de uma Espanha que havia ganho 1-2 em Inglaterra no primeiro jogo da prova.

A máquina está afinada, Enrique. Asensio estreou-se a marcar pela Espanha (logo com dois golos).

 

https://twitter.com/COPA90/status/1039615062774894592