Após a largada do GP de Silverstone Guanyu Zhou ficou virado ao contrário e foi a arrastar o Alfa Romeo pelo asfalto fazendo saltar faíscas.

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Saiu disparado, passou a gravilha e foi embater na barreira de proteção.

A corrida foi interrompida com bandeira vermelha.

Resultado: Guanyu Zhou e Alex Albon estavam bem apesar do aparatoso acidente. E o chinês não se esqueceu de agradecer ao halo.

«Estou bem, ficou tudo bem. O Halo salvou-me hoje. Obrigado a todos pelas mensagens», escreveu Zhou após ter tido alta

 

 

Agradeçam ao halo

O carro de Zhou foi atropelado pelo Mercedes de George Russell, depois de um toque no Alpha Tauri de Pierre Gasly: capotou e desapareeu do outro lado da barreira que separa a pista da bancada.

Atrás, Albon sofreu toques do francês Esteban Ocon e do japonês Yuki Tsunoda.

A corrida esteve interrompida quase uma hora.

Niki Lauda criticou a escolha do halo em detrimento de outros modelos de segurança. Alguns deixaram reparos à estética e à fina barreira que atrapalha a visão a partir dos monolugares. O diretor da Mercedes, Toto Wolff, pediu mesmo uma motosserra para eliminar o halo

 

Desde 2018 a salvar vidas

Introduzido em 2018 na F1, com a oposição de vários pilotos e dirigentes, entre eles Toto Wolff, chefe da Mercedes – que atualmente reconhece a extrema importância deste elemento – o halo saiu do desenho para a realidade.

Com uma estrutura de titânio em forma de quilha, pesa exatamente sete quilos e pode aguentar até 12 toneladas.

Nos testes realizados pela FIA, a estrutura de titânio em forma de quilha permitiu desviar uma roda lançada a 225 km/h

 

Verstappen passou com o carro por cima da cabeça de Hamilton