A luta pelo título está ao rubro: a duas corridas do fim e Verstappen tem apenas 8 pontos de diferença de Hamilton.

A condução de Lewis Hamilton foi limpinha: o britânico liderou do início ao fim em Losail e venceu o GP do Catar – acrescentou mais um circuito ao CV, é o 30º GP diferente a ser ganho pelo britânico.

Max Verstappen, penalizado em cinco lugares da grelha antes do arranque, foi segundo (foi buscar ainda o ponto da volta mais rápida) e conseguiu segurar a liderança do campeonato.

 

 

Uma luta feroz entre os dois onde tem valido de tudo um pouco esta época.

O que restará nas duas últimas provas que faltam?

A rivalidade disparou e os dois estão prontos para as duas batalhas que aí vêm.

 

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Duelo até à última

As contas já começam a ser feitas.

O neerlandês pode já sagrar-se campeão na Arábia Saudita, na penúltima prova da época. Mas aí há que contar com mais coisas.

Não é Lewis?

 

 

Alonso, o homem dum Catar

Mas é o terceiro lugar de Alonso que não nos sai da memória.

Fernando Alonso é o segundo quarentão de história a subir a um pódio de Fórmula 1.

O espanhol aproveitou um erro de cálculo da Red Bull na estratégia de Sergio Pérez (que forçou uma segunda paragem) para voltar a um pódio – sete anos depois do último, quando ainda era piloto da Ferrari.

 

 

A chegada de um virtual safety car nas últimas voltas, após o abandono de Nicholas Latifi (Williams), também deu uma ajuda.

É a segunda vez que um Alpine sobe ao pódio este ano, depois da vitória surpresa de Esteban Ocon no GP Hungria.

 

 

Foi também no Hungaroring que Alonso tinha feito o último pódio – daí para cá passaram-se 105 provas.

O espanhol também se tornou o primeiro piloto com mais de 40 anos a terminar numa das três primeira posições desde Michael Schumacher em 2012.