Já tínhamos avisado que os mariachi estavam prontos para fazer a festa. E assim foi.

Um ano depois de ter igualado Sebastian Vettel com quatro títulos mundiais – e ultrapassado o seu ídolo Ayrton Senna -, Lewis Hamilton voltou a fazer história e igualou Juan Manuel Fangio. Agora aponta aos sete de Michael Schumacher.

É a Fórmula pop de Hamilton.

Fora de pista gosta de se dedicar à música, sob o pseudónimo XNDA. Este ano fez a estreia no álbum de Christina Aguilera, “Liberation”, com uma participação na música “Pipe”.

 

 

MVP da F1 nos últimos seis anos, o britânico não tem, para já, concorrência à altura. Aos 33 anos está no topo – e começou bem por baixo quando, com apenas 10 anos e um smoking emprestado, interrompeu uma cerimónia de prémios para falar com Rod Dennis.

O episódio é conhecido e relatado pelo patrão da McLaren sobre esse dia no qual o miúdo desemido lhe pediu um autógrafo e lhe atirou uma frase. “Olá. O meu nome é Lewis Hamilton. Ganhei o campeonato britânico de karting e um dia quero correr num dos seus carros”.

“Telefona-me daqui a nove anos, arranja-se qualquer coisa nessa altura”. Demorou apenas três anos e foi Dennis quem lhe telefonou.

O resto é história, a começar na última curva da última volta do último Grande Prémio de 2008 (Massa tinha de ganhar e esperar que Hamilton ficasse abaixo do quinto lugar para ser campeão do mundo).

Foi o primeiro de cinco títulos. Venceria em 2014 e 2015 e agora em 2017 e 2018.

 

 

Os cumprimentos de Vettel à equipa do novo campeão.