Vitória da Argentina sobre a Itália por 3-0 e está encontrado o campeão dos campeões (ou o campeão da América do Sul sobre o campeão da Europa).

Assim, sem espinhas – Messi conquistou o segundo troféu na seleção: graças aos golos de Lautaro Martínez, Di María e Dybala (com 2 assistências do camisola 10).

Messi recebeu o prémio de melhor em campo.

No mesmo palco que tinha consagrado a Itália campeã da Europa há 11 meses (na final contra a Inglaterra), Wembley deu agora o título à Argentina na Finalíssima.

 

 

Recorde à vista

Com a vitória, a seleção sul-americana alcançou os 32 jogos sem perder – e pode ainda este ano bater o recorde de invencibilidade que pertence justamente aos italianos (37 jogos).

A última derrota dos argentinos foi em julho de 2019, frente ao Brasil.

A Argentina está no Grupo C do Campeonato do Mundo, juntamente com a Arábia Saudita, México e Polônia.

 

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Despedida amarga

O duelo serviu também para a despedida frustrada de Chiellini.

Com 117 jogos pela Itália, o defesa de 37 anos fez a última aparição pela squadra azzurra – sem ligar no Mundial, a Itáiia e Chiellini ficaram sem a Finalíssima.

 

3ª Finalíssima

Esta foi a terceira finalíssima da história. As duas anteriores foram jogadas em 1985 e 1993.

A CONMEBOL e a UEFA inventaram o troféu, que sofreu várias interrupções ao longo dos anos: mas avisaram já que não vai haver mais interrupções colocando um prazo mínimo até 2028 (com uma cláusula de extensão e durabilidade).

Na primeira edição do troféu, a França impôs-se ao Uruguai em Paris por 2-0. Só 8 anos depois se jogaria a segunda edição.

Aí, a Argentina venceria a Dinamarca nos penáltis 5.4, depois do empate 1-1 durante os 120 minutos.