Portugal inicia a defesa do seu título numa história que pode ser fácil se… Portugal não complicar.

Se a Lituânia e o Luxemburgo serão adversários de dificuldade residual, Sérvia e Ucrânia para lá de algumas individualidades de clara mais valia, são também equipas que hoje se organizam de forma competente para vencer os seus jogos.

 

PORTUGAL

 

Pontos Mais

  • A eficácia de Cristiano Ronaldo na finalização dos lances;
  •  Abordagem estratégica a cada jogo que torna a selecção nacional uma das mais difíceis de bater a nível Mundial;
  • Aparecimento de talento que poderá aumentar o rendimento de Portugal: Rúben Neves, João Felix e Bernardo Silva

Pontos Menos

  • Jogo ofensivo pouco elaborado e pensado;
  • Lateralização sistemática no processo ofensivo, tornando previsível o jogo português;
  • Dificuldades para assumir os jogos em ataque posicional

 

UCRÂNIA

 

Pontos Mais

  • Exploração de Konoplyanka. Muito talentoso – Equipa liga o jogo à procura de o encontrar entre linhas, onde pode fazer a diferença;
  • Chegada ao último terço sempre com bola no pé;
  • Exploração do Corredor Central;
  • Intenções Ofensivas mesmo sem bola, pelo pressing que exerce na Construção adversária

Pontos Menos

  • Dificuldade para perceber os momentos em que deve sair mais longo;
  • Perdas na construção;
  • Pressing exercido fora do timing correcto (com bola no meio campo defensivo e / ou corredor central;
  • Menos argumentos individuais que as suas rivais (Portugal e Sérvia)

 

SÉRVIA

 

Pontos Mais

  • Dinâmica no corredor esquerdo, com entradas de Ljalic para dentro, libertando o corredor lateral;
  • Associação entre linhas no corredor central entre Jovic, Milinkovic-Savic e Ljalic;
  • Rotas ofensivas bem determinadas;
  • Encurtamento do espaço no corredor central em momento defensivo

Pontos Menos

  • Falta de qualidade individual na última linha;
  • Ausência de um médio defensivo capaz de pausar o jogo e de lhe determinar o melhor ritmo aquando do momento ofensivo;
  • Pressing embora bem coordenado destapa espaço à frente dos defesas, obrigando uma linha pouco coordenada a defender com poucos.

 

LITUÂNIA

 

Pontos Mais

  • Novikovas. Indivualmente é o melhor jogador da equipa. Capacidade para jogar nos três corredores ofensivos. É o único “farol” de qualidade em toda a seleção lituana.

Pontos Menos

  • Pouquíssima qualidade individual;
  • Ausência de dinâmica colectiva ofensiva;
  • Incapacidade para fechar espaços em Organização Defensiva;
  • Dificuldade para construir para lá do tradicional bola longa no avançado;
  • Ausência de inteligência colectiva para saltar momentos do jogo de forma harmoniosa;
  • Tacticamente é uma equipa sem qualquer virtude

LUXEMBURGO

 

Pontos Mais

  • Organização Táctica Defensiva: Fecham muito bem os espaços intersectoriais;
  • Variabilidade táctica decorrente da estratégia própria para cada jogo;
  • Intenções ofensivas, expressas numa equipa com mobilidade e trocas sectoriais;
  • Vicent Thill, o jovem de 19 anos tem uma qualidade técnica diferenciada da de todos os outros colegas, servindo como referência para pensar os ataques

Pontos Menos

  • Pouquíssima qualidade individual;
  • Erros na fase de construção expõe equipa às transições ofensivas adversárias;
  • Incapacidade individual para sair da pressão adversária;
  • Fisicamente uma equipa que não consegue ser resistente ou forte nos duelos.