Muito alto (quase 2 metros), muito louro (ou não fosse dinamarquês), bastante cabelo e comprido (descendente de Thor) e muita barba (à Borg).

Eis a fórmula perfeita para o mais perfeito jogar de andebol de sempre – estamos a falar de Mikkel Hansen.

Tudo cabe nas suas mãos, mais propriamente na mão direita. O mundo e o Mundial são dele e a reboque são também da Dinamarca.

A Dinamarca revalidou o título de campeã do mundo de andebol com uma vitória na final do Egito sobre a Suécia por 26-24 (ao intervalo 13-13).

A 27.ª edição da prova, disputada no Cairo, foi toda dele (Hansen) e dela (Dinamarca).

«Para parar os meus remates, o guarda-redes tem de certeza um plano A, um plano B e um plano C. E o meu braço tem sempre um plano D» in público

 

 

Vinte anos depois da última final, a Suécia, que conta com quatro títulos (1954, 1958, 1990 e 1999) não resistiu.

A culpa? É de Mikkel Hansen, melhor jogador do mundo em 2011, 2015 e 2018.

 

https://twitter.com/ihf_info/status/1355940673120301063?ref_src=twsrc%5Etfw%7Ctwcamp%5Etweetembed%7Ctwterm%5E1355940673120301063%7Ctwgr%5E%7Ctwcon%5Es1_&ref_url=https%3A%2F%2Fobservador.pt%2F2021%2F01%2F31%2Ftem-pinta-de-borg-mas-e-a-alegria-do-rival-da-suecia-mikkel-hansen-conduz-dinamarca-a-novo-titulo-mundial-no-andebol%2F

 

Com ele, a Dinamarca foi campeã da Europa em 2012 e vice-campeã em 2014; campeã mundial em 2019 e “vice” em 2011 e 2013; campeã olímpica em 2016.

Chega?

O lateral esquerdo do PSG, juntamente com o do lado direito Nikolaj Oris, levaram a Dinamarca à revalidação do troféu.