Nasceram depois de janeiro de 2001 e por isso somente na próxima temporada serão considerados jogadores de futebol sénior. Mas já brilham a nível elevado, valem muitos milhões e concentram sobre si as atenções dos clubes mais poderosos do futebol mundial.

Já tínhamos feito uma lista dos melhores jovens talentos nacionais. Aqui segue-se os melhores jovens do planeta.

10. Rayan Ait Nouri

O lateral esquerdo do Angers da Ligue 1, o francês de ascendência argelina, Nouri é de Junho de 2001, e é uma das maiores sensações da Liga Francesa. Tornou-se indiscutível na equipa pela capacidade que demonstra em todos os momentos do jogo. Aceleração e velocidade nas suas três principais vertentes – Passada, Mental e de Movimentos, Nouri dinamiza todo o corredor esquerdo da sua equipa.

À capacidade para equilibrar o corredor e vencer duelos defensivos, alia desequilíbrio na condução e qualidade na forma como serve em cruzamento as zonas de finalização. Não estará por muito tempo no Angers.

 

9. João Pedro

Transferiu-se em Janeiro do Fluminense para o Watford da Premier League. O Brasileiro é de Setembro de 2001, e promete ser um avançado de nível estratosférico no futuro.

Perna longa e passada larga, com um domínio superior da posse, João Pedro tem argumentos de excelência para dinamitar um jogo com espaço. Agilidade motora muito invulgar em quem tem estatura alta, encontra soluções criativas também no seu drible. Mais do que um goleador – que também se tornará – é também um criador. Um avançado capaz de desequilibrar e criar.

 

8. Thiago Almada

O médio ofensivo do Velez Sarsfield nasceu em 2001, e tem a criatividade, agilidade motora e capacidade de desequilíbrio com bola dos grandes futebolistas argentinos.

Execução muito veloz, drible fácil e capacidade de finalização. É pela destreza que encontra para resolver situações em espaços curtos que se destaca e promete adaptação rápida aos campeonatos europeus. Almada promete fazer regressar os médios ofensivos das pampas ao topo do futebol mundial.

 

7. Bukayo Saka

Nasceu em 2001, o inglês de ascendência nigeriana, que conquistou a lateral esquerda do Arsenal. Velocidade de passada muito elevada, Saka surge com frequência e qualidade no último terço. A forma como define já lhe permitiu várias assistências e até golos na presente temporada.

Grande vigor fisico permite-lhe ser o homem de todo o corredor lateral dos gunners, eficiente nos momentos defensivos, mas também determinante no jogo ofensivo. Um lateral para marcar uma década no futebol mundial.

 

6. Mohamed Ihattaren

Nasceu apenas em 2002, mas já apresenta um rendimento incrível. Holandês de ascendência marroquina, o extremo direito do PSV é um canhoto de nível técnico absurdo. Velocidade de passada, mas também de execução e capacidade de finalização após condução tornam Ihattaren um jogador letal com espaço. Um autêntico desequilibrador pelo drible e aceleração, que não tardará a chegar à elite mundial.

 

5. Reinier

Nasceu em 2002, e já vivenciou grandes conquistas ao serviço do Flamengo de Jorge Jesus, onde mesmo tão novo foi ganhando espaço como alternativa às primeiras opções. O médio ofensivo transferiu-se para o Real Madrid e pelo Castilla, clube satélite do Real, tem somado minutos na posição de avançado centro.

Invulgar habilidade motora para quem possui estatura tão alta (186m), a elegância com que toca a bola, toma decisões e joga com os tempos do jogo, ora acelerando ora pausando, definindo tecnicamente o rumo de cada ataque faz recordar o melhor de Kaká.

 

4. Gabriel Martinelli

O destro extremo esquerdo do Arsenal nasceu em 2001 e chegou no início da época a Londres proveniente do modesto Ituano. Rapidamente conquistou espaço nos gunners somando logo na primeira temporada 657’ com três golos apontados aos quais juntou outros três nas provas da UEFA.

Agressivo e concentrado nos momentos defensivos, tem na capacidade de aceleração um ponto muito importante do seu jogo. Desequilibrador e com eficiência no gesto técnico ao alimentar os colegas em zona de finalização, Martinelli é um criador de grande nível.

 

3. Mason Greenwood

O ponta de lança do Manchester United é de Outubro de 2001, e já está a ter impacto na presente época. Cinco golos na Premier League e outros cinco na Europa League, trouxeram-lhe a notoriedade e ainda mais a certeza de que está a caminhar no sentido do que o seu potencial faria prever.

Remate muito potente e certeiro com ambos os pés, Greenwood não precisa de espaço para no último terço chegar ao golo, mas também quando o tem demonstra nível e qualidade na forma como progride em velocidade. Mais do que um ponta de lança que responda a cruzamentos é um jogador capaz de finalizar mesmo que de frente para a última linha adversária.

 

2. Ansu Fati

O extremo destro do Barcelona joga maioritariamente sobre o corredor esquerdo. Nascido em 2002, o espanhol de origem guineense, estreou-se a marcar na Champions ao garantir a vitória do Barcelona no campo do Inter.

Drible desconcertante, velocidade quer na passada, quer a executar, e também a conduzir, Fati tem argumentos técnicos e físicos para explodir no contexto futebol mundial. Formado no Barcelona, é já uma opção importante dos “culés”.

 

1. Eduardo Camavinga

O médio centro francês com ascendência angolana do Rennes, nascido em 2002, é a grande atracção do futebol mundial entre os jovens. Associado ao interesse do Real Madrid, o canhoto poderá tornar-se o substituto de Casemiro, embora no conjunto francês surja num duplo pivot no meio que lhe dá liberdade para poder também aparecer em zonas mais adiantadas.

De perfil físico muito acentuado – Impressionante capacidade para vencer duelos, e velocidade de passada, bem como aceleração inicial, Camavinga tem também argumentos técnicos para ter impacto também no jogo ofensivo das suas equipas.

Veloz na progressão e com agilidade para tirar oponentes do caminho, liga o jogo atacante com os seus passes tensos, mas também na forma como em condução atrai estrutura adversária. Fisicamente e tecnicamente muito dotado para alguém tão jovem, Camavinga não tardará a seguir para outras paragens.